O grande da foto é catarinense, Rubens, e trabalha na Província Brasil Meridional
O outro é mineiro, Levi e trabalha na Província Alemã
Abaixo relatam suas histórias da chegada ao nosso Collegio Internazionale Leone Dehon.
Final de julho chegamos em Roma. Três dias depois seguimos para Perugia, na região da Umbria. Agosto, moramos com os Frades Franciscanos Menores. Setembro, em um antigo Seminário da Diocese adaptado ,agora, para acolher estudantes estrangeiros que querem aprender o italiano.
A Universidade de Perugia é profissional. Professores, métodos e tecnologias de ponta. O curso era intensivo tanto pro Rubens como para mim. Intensivo quer dizer o dia todo. Algumas pausas havia. Não passamos fome, mas o pique era puxado! Mas, vale a pena!!! Aprendemos bem o italiano.
Desde outubro entramos no pique da Gregoriana. Un prédio grande, suntuoso. Corresponde ao nivel dos estudos. Eu, Levi, estudo Espiritualidade. Rubens faz um curso para formação ao sacerdócio que se chama FIS. Ele fará este curso em um ano e, no próximo, entrará no curso que estou fazendo e, juntos, lutaremos para obter a Licença em Espiritualidade.
Terminei meu trabalho no Colégio na Alemanha muito contente. Entrei de cheio na cultura alemã. Aprendi bastante. Um pouco devo ter ensinado. Agora é tempo de fortalecer as raízes. Por isso, esse tempo em Roma. Serão dois anos de estudos pesquisa. Penso não somente em aprender técnicas para trabalhar com as pessoas, mas principalmente aprofundar a minha espiritualidade. Estou gostando da nossa comunidade do Collegio Internazionale.
E eu, Rubens, saí de Brusque feliz e com muita esperança. Acredito que o meu tempo aqui em Roma será de grande valia para rever o trabalho que já vinha fazendo na formação. Mas espero, acima de tudo, poder aprender coisas novas e contribuir com a província que confia em mim.
E depois?
Eu retornarei a Alemanha para trabalhar alí ainda alguns anos.
E o Brasil espera pelo Rubens.
TUDO ISSO.......................se Deus quiser!!!
Abraços
LEVI E RUBENS
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
domingo, 25 de dezembro de 2011
Feliz Natal
A música é Adeste Fideles do site www.goear.com

Feliz Natal!
Buon Natale!
“Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim” Jo 1,15
Nós, religiosos dehonianos brasileiros em Roma, desejamos a toda comunidade dehoniana e aos nossos benfeitores e amigos um feliz e santo natal!
O nascimento de um ser humano traz sempre alegria e esperança!
Alegria pela vida nova que chega e que proporciona à união da família, a festa, a comunicação do amor.
Esperança que Deus é conosco!
Fez-se humano para levarmos a Deus.
Fez-se humano para possibilitar-nos a salvação.
Fez-se humano para demonstrar-nos com gestos e palavras que o amor é dado a todos.

Feliz Natal!
Buon Natale!
“Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim” Jo 1,15
Nós, religiosos dehonianos brasileiros em Roma, desejamos a toda comunidade dehoniana e aos nossos benfeitores e amigos um feliz e santo natal!
O nascimento de um ser humano traz sempre alegria e esperança!
Alegria pela vida nova que chega e que proporciona à união da família, a festa, a comunicação do amor.
Esperança que Deus é conosco!
Fez-se humano para levarmos a Deus.
Fez-se humano para possibilitar-nos a salvação.
Fez-se humano para demonstrar-nos com gestos e palavras que o amor é dado a todos.
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Natal 2011
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Encontro dos Religiosos Estudantes
Salve!
A comunidade dehoniana do Colégio Internacional Leão Dehon promoveu o Encontro dos Religiosos Dehonianos Estudantes em nossa tradicional "casetta", isto é,
casa pequena. Se não te incomodar, leia e veja as foto ao som da música "brasileirinho".
www.powermusics.com
Momentos de grande alegria, partilha e festa com a presença dos nossos padres que se preparam ao magistério nas diversas áreas do saber, da filosofia à bioética.
Claro que o tradicional churrasco e a famosa caipirinha dominaram o ambiente. O padre Vitor e Claudio Buss foram os responsáveis para assar a carne.
Já o padre Mário Marcelo fez uma magnífica salada que realmente não sobrou nada, nem mesmo para a foto!
O arroz ficou com o padre Everton, com seus dotes culinários incríveis! Também, com um pai cozinheiro o filho tem que sair um verdadeiro chef! rsrs
O padre Luigi, superior, fez os agradecimentos e enfim, saboreamos uma maravilhosa carne. De fato, todos ficaram satisfeitos com o banquete.
Foram momentos agradáveis. Estar reunidos e partilhando a vida nos faz sentir verdadeiros irmãos em Cristo. Para nós, em especial que estamos fora da nossa pátria, nos auxilia a criar nossa história em uma terra estrangeira.
Aprendemos muito, principalmente que a visão de um ponto de vista é somente a vista de um ponto!
Obrigado, Jesus, por ter-nos a oportunidade de compartilhar nossa vida e nossos dons e de viver esta internacionalidade.
Abaixo estão as fotos. Aproveite e faça um comentário!
A comunidade dehoniana do Colégio Internacional Leão Dehon promoveu o Encontro dos Religiosos Dehonianos Estudantes em nossa tradicional "casetta", isto é,
casa pequena. Se não te incomodar, leia e veja as foto ao som da música "brasileirinho".
www.powermusics.com
Momentos de grande alegria, partilha e festa com a presença dos nossos padres que se preparam ao magistério nas diversas áreas do saber, da filosofia à bioética.

Claro que o tradicional churrasco e a famosa caipirinha dominaram o ambiente. O padre Vitor e Claudio Buss foram os responsáveis para assar a carne.
Já o padre Mário Marcelo fez uma magnífica salada que realmente não sobrou nada, nem mesmo para a foto!O arroz ficou com o padre Everton, com seus dotes culinários incríveis! Também, com um pai cozinheiro o filho tem que sair um verdadeiro chef! rsrs
O padre Luigi, superior, fez os agradecimentos e enfim, saboreamos uma maravilhosa carne. De fato, todos ficaram satisfeitos com o banquete.
Foram momentos agradáveis. Estar reunidos e partilhando a vida nos faz sentir verdadeiros irmãos em Cristo. Para nós, em especial que estamos fora da nossa pátria, nos auxilia a criar nossa história em uma terra estrangeira.

Aprendemos muito, principalmente que a visão de um ponto de vista é somente a vista de um ponto!
Obrigado, Jesus, por ter-nos a oportunidade de compartilhar nossa vida e nossos dons e de viver esta internacionalidade.
Abaixo estão as fotos. Aproveite e faça um comentário!
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sexta-feira, 18 de novembro de 2011
Padre Mário Marcelo Coelho,scj participa da 1ª Conferência Internacional sobre células-tronco adultas na Cidade do Vaticano

Tive a oportunidade de participar entre os dias 09 a 11 de novembro de 2011, na Cidade do Vaticano, da 1ª Conferência Internacional sobre células-tronco adultas (Estaminais), organizada pelo Pontifício Conselho da Cultura. (The International Vatican Conference-Adult Stem Cells: Science and the Future of Man and Culture).
A conferência contou com a presença de mais de 350 pessoas entre cientistas, médicos, políticos, bispos, sacerdotes e bioeticistas de várias partes do mundo. O objetivo foi apresentar ao mundo uma proposta de trabalho com células-troco adultas em alternativa ao uso de células-tronco embrionárias.

Como afirmou o Papa Bento XVI, quando nos recebeu em audiência privada, “Quem faz pesquisa com células-tronco embrionárias, destruindo-as em nome do progresso da medicina, comete uma grave violação do direito à vida de todo ser humano. Ao invés, a utilização das células-tronco adultas não suscita problemas éticos e permite à ciência estar realmente a serviço do bem da humanidade”.
A experiência de participar de uma conferência deste nível foi magnífica, pois, estar no meio científico, escutar pesquisadores apresentando suas pesquisas e, sobretudo, os testemunhos de pessoas que melhoraram sua qualidade de vida, nos traz a certeza que a Igreja está no caminho correto neste campo e nos anima a também sermos anunciadores destas conquistas.

Como estudante de doutorado em Teologia Moral, com especialização em Bioética, estar neste ambiente me acrescentou mais conhecimentos científicos, me fez amadurecer no pensamento bioético proposto pela Igreja Católica e proporcionou grandes experiências para as futuras aulas de Bioética na Faculdade Dehoniana.
Pe. Mário Marcelo Coelho, scj
Doutorando em Teologia Moral
Accademia Alfonsiana – Roma/Itália
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Dois mineiros em Roma, a serviço da missão

Alegria, satisfação, confiança, medo, amizade, novidade, risos, abertura para começar uma nova história em lugar diferente, tudo isso se faz presente no coração humano quando a gente se lança a um novo desafio para viver o projeto do Sagrado Coração de Jesus.
Foram esses os sentimentos que eu, padre Valdenir Tadeu da Cunha, e padre Vitor Ribeiro Martins experimentamos até a nossa chegada a Roma. Aqui estamos para o Curso dos Ecônomos, oferecido pela Congregação.
Após passar alguns dias nesta cidade linda, podemos dizer que Deus sempre nos renova com o seu amor: na acolhida generosa dos Padres Dehonianos no Collegio Internazionale Leone Dehon, de forma especial da parte do superior local, p. Luigi Mostarda; no curso interno de italiano; na abertura e na alegria de ver muitos católicos expressando a sua fé e exaltando os seus louvores a Deus que nos comunica vida.

A expectativa do bom êxito do Curso dos Ecônomos, que invade o nosso coração, possa confirmar-se e perdurar sob a luz do Espírito Santo e a proteção do nosso venerável Padre Dehon.
Enfim, as aulas se iniciarão em janeiro, estendendo-se até maio. Agradecemos ao Senhor, e também à Província, pela confiança depositada em nós.
Num dia tão especial quanto este para nós brasileiros, dia de Nossa Senhora de Aparecida, confiamos a Ela a nossa vida e os nossos sonhos!
P. Vitor Martins Ribeiro,scj e P.Valdenir Tadeu da Cunha,scj
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Ecônomos
sexta-feira, 17 de junho de 2011
“Cada um deve dar conforme decidiu em seu coração...”
Um pouco em atraso, mas fazendo o que posso escrevo este pequeno, digamos “comentário”, da minha vida em Roma. Caminho que iniciou no dia 26 de abril de 2010, com o curso de italiano em Bologna, depois com algumas experiências pastorais e por fim chegando a Roma, onde compartilho a vida da comunidade do Colégio Internacional e os estudos bíblicos junto à Pontifícia Universidade Gregoriana.
“Cada um deve dar conforme decidiu em seu coração, não com tristeza nem movido por força, pois Deus ama a quem dá com alegria. No restante, Deus tem o poder de fazer superabundar cada graça, porque tendo sempre o necessário em tudo, podemos cumprir generosamente todas as obras de bem e de bondade” (2Cor 9,7-8).
Começo com esta citação bíblica da carta de São Paulo aos Coríntios meu percurso de vida em Roma.
“Cada um deve dar conforme decidiu em seu coração...” Assim, comecei uma “nova vida” na Cidade Eterna, já considerada em tempos idos o centro do mundo, na qual Paulo escreveu a sua mais bela e mais profunda teológica carta. Cidade, da qual Paulo teve o sonho de evangelizar e que teve a dignidade de ser regada pelo sangue do seu martírio.
Decidi no meu coração fazer um percurso com a Palavra de Deus. Uma decisão difícil, pois por sete anos lecionei filosofia e havia me aprofundado bastante neste campo. Lecionei por dois anos em Cuiabá no Sedac – Studium Eclesiástico Dom Aquino Correa e na Faculdade Dehoniana por cinco anos. Um caminho, digamos filosófico já traçado. Mas decidi mudar “um pouco” a rota do meu aprofundamento de estudos. Movido por algo que é sempre maior do que se possa entender sentia-me chamado a dar este passo: aprofundar as Escrituras. Esta compreensão maior das Escrituras está em base àquilo que acredito e na qual decidi me consagrar. Ainda porque se lemos o evangelho de São Lucas no capítulo 24: “as aparições do ressuscitado”, Jesus não é reconhecido somente pelo sepulcro vazio ou pelas aparições aos discípulos, mas, sobretudo pela “memória das suas Palavras” (Escritura). Os discípulos não puderam completar seu caminho sem recordar àquilo que Jesus havia ensinado.
É neste sentido que faço este percurso, que para mim não é simplesmente um estudo, mas um percurso de vida, de fazer “memória atual” da Palavra e ali encontrar Cristo, centro interpretativo de toda a bíblia e da vida.
“...não com tristeza nem movido por força, pois Deus ama a quem dá com alegria”: Com alegria que as vezes se mistura com o “desespero”, com a “dificuldade” é que completo meu primeiro ano de estudo junto à Pontifícia Universidade Gregoriana. Alegria, desespero e dificuldade é porque o primeiro ano é sempre muito intenso. As línguas bíblicas aterrorizam e fazem perder o sono. Mas depois de se tornam a chave de abertura da mensagem. Isso é o mais interessante: aquilo que ao início parece impossível, depois de um tempo é a ferramenta que retira a “venda dos olhos”.
“No restante, Deus tem o poder de fazer superabundar cada graça...”: esta graça de Deus é sempre muito viva e presente na vida. Posso dizer que ao início pensei em deixar tudo e retornar a minha vida de vigário paroquial na Paróquia Sagrado Coração de Jesus em Taubaté, onde me senti muito bem e tive a alegria de trabalhar junto com este maravilhoso povo de Deus. Mas depois pensei que se Deus me havia destinado para cá era porque alguma coisa havia em seus planos. E hoje sinto em minha vida que a graça de Deus não é vã, mas tem o poder de fazer frutificar em cada mínima coisa a sua obra. Ainda com um longo caminho pela frente, pois como costumamos dizer entre nós estudantes que a bíblia é muito longa e complexa para ser estudada em pouco tempo.
“...porque tendo sempre o necessário em tudo, podemos cumprir generosamente todas as obras de bem e de bondade”: esta é uma palavra mais que verdadeira, pois traz a mente uma realidade que nem sempre percebemos: “Deus nos dá tudo”: capacidade, condições e tudo o mais para cumprir com generosidade a sua obra.
Aqui no Colégio Internacional temos o necessário para bem viver: espiritualidade, comunidade e condições para aprofundar as mais diversas áreas do conhecimento.
No centro da nossa Igreja temos condições de conhecê-la e vivê-la com profundidade e na sua maior diversidade.
No centro da nossa Congregação temos a oportunidade de compartilhar de perto suas conquistas e seus desafios.
Com nossa comunidade de brasileiros e com os confrades de muitos países do mundo temos a oportunidade de sentir as diferenças, mas acima de tudo de compartilhar o bem maior de temos em comum: nossa fé em Jesus Cristo.
Assim, terminando este ano acadêmico 2010 – 2011 temos somente a agradecer e compartilhar nossas vitórias em Cristo.
Superiores, comunidade de Roma e as nossas províncias que nos proporcionam esta experiência. “Gloriando-nos também de nossas fraquezas, para que se manifeste ainda mais em nossa vida a força de Cristo” (2Cor 12,9).
Abraço fraterno a todos
Pe. Claudio Roberto Buss,scj.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Eu entro aí?
Estamos quase encerrando o ano acadêmico aqui em Roma. Os confrades das universidades pontifícias já estão se preparando para as provas finais, o do doutorado já falou com seu orientador e já está quase de férias, os do curso de formadores encerraram hoje na Universidade Salesiana e se preparam para domingo partirem em peregrinação aos lugares dehonianos, e os confrades que trabalham na Cúria Geral e no Colégio internacional se preparam para o longo verão de muito calor.
Com tudo isso acontecendo nós, dehonianos brasileiros em Roma, nos demos conta que hoje era o último dia em que todos estariam em casa antes da dispersão. Resolvemos sair um pouco da rotina e fomos jantar fora, com direito a vinho, pasta e risoto.
Quando chegamos ao restaurante tivemos uma grande surpresa, o Padre Cláudio Weber, nosso conselheiro geral, disse em alto e bom português que nos amava. Foi uma comoção geral. E não ficou só nisso, ele para demonstrar concretamente o seu amor por nós, pagou a conta do jantar. Realmente, é muito bom ser amado.
Para finalizar nossa reunião de despedidas e declarações bombásticas, fomos até a sorveteria e terminamos a noite degustando uma das maravilhas da Itália: il gelato.

É claro que fizemos uma foto para registrar essa noite histórica. O Vagner passou a máquina para uma turista que estava na sorveteria e correu para fazer pose. Mas com medo de que a mulher não enquadrasse bem todos na foto, pois, diga-se de passagem, temos alguns gordinhos no grupo, tipo Everton e Fernando, gritou: Eu entro aí?
A mulher fez cara de que entendeu tudo, tirou a foto e voltamos felizes para casa.
Ah, como é bom ser dehoniano...
P.S. 1 – Amanhã (28 de maio)faz um ano que o Djalma e o Mário chegaram a Roma. Um ano de emoções, estudos, momentos de celebrações, lágrimas escondidas, conversas, sustos e risadas. Valeu.
P.S.2 – Para maiores informações:
•Confrades que estão se preparando para as provas: Claudio Buss, Anísio e Everton;
•Confrade fazendo doutorado, mas já de férias: Mário Marcelo;
•Confrades que terminaram o curso de formadores: Fernando e Djalma;
•Confrade do Colégio Internacional: Vagner (você sempre estará dentro, não se preocupe);
•Confrade Conselheiro Geral da Cúria: Pe. Cláudio Weber (também amamos você...)
Com tudo isso acontecendo nós, dehonianos brasileiros em Roma, nos demos conta que hoje era o último dia em que todos estariam em casa antes da dispersão. Resolvemos sair um pouco da rotina e fomos jantar fora, com direito a vinho, pasta e risoto.
Quando chegamos ao restaurante tivemos uma grande surpresa, o Padre Cláudio Weber, nosso conselheiro geral, disse em alto e bom português que nos amava. Foi uma comoção geral. E não ficou só nisso, ele para demonstrar concretamente o seu amor por nós, pagou a conta do jantar. Realmente, é muito bom ser amado.
Para finalizar nossa reunião de despedidas e declarações bombásticas, fomos até a sorveteria e terminamos a noite degustando uma das maravilhas da Itália: il gelato.
É claro que fizemos uma foto para registrar essa noite histórica. O Vagner passou a máquina para uma turista que estava na sorveteria e correu para fazer pose. Mas com medo de que a mulher não enquadrasse bem todos na foto, pois, diga-se de passagem, temos alguns gordinhos no grupo, tipo Everton e Fernando, gritou: Eu entro aí?
A mulher fez cara de que entendeu tudo, tirou a foto e voltamos felizes para casa.
Ah, como é bom ser dehoniano...
P.S. 1 – Amanhã (28 de maio)faz um ano que o Djalma e o Mário chegaram a Roma. Um ano de emoções, estudos, momentos de celebrações, lágrimas escondidas, conversas, sustos e risadas. Valeu.
P.S.2 – Para maiores informações:
•Confrades que estão se preparando para as provas: Claudio Buss, Anísio e Everton;
•Confrade fazendo doutorado, mas já de férias: Mário Marcelo;
•Confrades que terminaram o curso de formadores: Fernando e Djalma;
•Confrade do Colégio Internacional: Vagner (você sempre estará dentro, não se preocupe);
•Confrade Conselheiro Geral da Cúria: Pe. Cláudio Weber (também amamos você...)
sábado, 30 de abril de 2011
A disponibilidade do Padre Vagner em nossa casa: economia sob a perspectiva da missão
Salve!
É comum em Roma utilizar desta saudação, da qual me agrada muito. Fiquei feliz quando fui convidado pelo padre Djalma, atual coordenador deste blog, a descrever um pouco sobre minha rotina de trabalhos em nosso Colégio Internacional Leão Dehon.
Começo dizendo que é uma missão interessante, no aspecto de aprendizagem e de profunda experiência com Deus, já que estou na capital do catolicismo. Ao mesmo tempo é divertida, pois vivi momentos incríveis e inimagináveis.
Tudo começou no Capítulo Provincial da Brasil Central, em Varginha, em julho de 2007. Na ocasião, o padre Claudio Weber falava sobre a nossa Casa Geral e conseqüentemente sobre o Colégio Internacional, pois ambos estão num mesmo espaço físico e onde oferece possibilidades de estudos em diversas áreas do saber.
Ao final de sua apresentação, disse-lhe que se é interesse da Congregação e da Província poderia estudar, mas só se fosse na área econômica, pois filosofia e teologia não estavam nos meus planos, mesmo gostando muito dessas duas áreas. Então ele me perguntou se era verdade. Respondi: sim! Logo ele conversou com o padre Paulo Hülse, provincial na época, e o padre Mariano Weizenmann, atual provincial.
Após o jantar, o padre Claudio me chamou, me fez algumas perguntas e ao final, como ele sempre gosta de fazer, isto é, faz a sondagem e depois nos mata de susto, disse-me que precisaria de um ecônomo para ajudar no Colégio e na Casa Geral. Confesso que levei um susto. Primeiros pensamentos foram: “meu Deus, será que falarei italiano” e outro “caramba! lá é a terra do queijo, credo!”. Mas ele me tranqüilizou quando disse: “faça a experiência, e se não gostar ou não se adaptar, volte!”. Palavras que foram usadas pelo padre Mariano. Fiquei tranqüilo.
Por isso, estar em Roma, embora seja por trabalho ou serviço, auxiliando tanto no Colégio como na nossa Casa Geral, vejo como missão. O termo trabalho ou serviço me faz lembrar muito uma empresa ou ramo comercial onde, gostando ou não, devemos trabalhar para nos sustentar. Quando digo que é uma “missão”, digo que a faço por prazer e porque realmente gosto. Desde meu noviciado trabalho na área econômica da Província e nunca achei um trabalho pesado. Cansar-se é normal, mas esta missão me realiza em todos os aspectos. Aprendi muito com o meu pai sobre economia, e espero corresponder com as expectativas da Congregação.
Minha missão é acompanhar e administrar o nosso Colégio Internacional Leão Dehon, que antes de tudo, não é uma escola, mas um local onde padres e religiosos dehonianos residem. Os estudos são feitos fora, nas universidades. É fantástica a dinâmica da casa! Temos 13 funcionários, da portaria à lavanderia, mais alguns colaboradores como o da jardinagem e o factotum,isto é, uma pessoa que nos ajuda nos trabalhos de conservação da casa.
Na Cúria Geral, auxilio o padre Aquilino, nosso Ecônomo Geral. É um padre muito empenhado e com um espírito estupendo! Sempre elétrico! Dá atenção a todos que lhe pedem socorro e possui uma paciência admirável. Com ele estou aprendendo muito e fico grato a Deus por tê-lo como “professor”. Na Cúria confeccionamos os balanços patrimoniais das províncias e controlamos os investimentos. É realmente fascinante!
Agradeço mais uma vez ao padre Djalma, que, com sua simpatia e atenção aos confrades, proporcionou este momento de partilha. Rogo a Deus que continue a abençoar a nossa Congregação para continuar avante a nossa missão: amor e reparação.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Nosso brasileiro que vive na paróquia....
Vamos saber um pouco mais sobre os dehonianos brasileiros que estão em Roma para estudar ou trabalhar. Alguns tem a missão de conciliar as duas coisas. Pe. Everton dos Santos Carvalho, mineiro de Varginha(e amigo pessoal do ET), nos conta a sua experiência de morar em nossa Paróquia Dehoniana, aqui em Roma, e fazer o curso de Direito Canônico. Fala Everton....

É com alegria que partilho com vocês um pouco da minha vida de estudante, e membro da paróquia “Sacro cuore di Cristo Re”, em Roma. Paróquia está que foi a primeira cúria geral de nossa congregação, e para quem não sabe, de propriedade da mesma, porque comprada pelo proprio padre Dehon.
Com relação aos estudos, graças a Deus, se desenvolvem com serenidade, apesar de serem bastante exigentes. Estudo na Universidade “San Giovanni in Laterano”, cursando mestrado em direito canônico, com duração de três anos, se tudo correr bem. Tais estudos me habilitarão para lecionar direito canônico e também ser um operador ou colaborador nos tribunais eclesiásticos de nossa Santa madre Igreja. Em conversa com padre Mariano em sua última vinda à Roma, em ocasião da reunião dos superiores maiores, expressei minha satisfação de poder estar me especializando em tal área, e pelas previsões, concluo o mestrado em meados de 2012, e me coloco à disposição dos superiores em relação a continuação dos estudos ou o retorno ao Brasil.
Sobre a minha presença na paróquia (que é a primeira experiência deste tipo entre as províncias brasileiras e a italiana), posso dizer que é bastante interessante e ao mesmo tempo desafiadora. Interessante porque me coloca em contato direto com o estilo de vida comunitária dos italianos, com a vida da paróquia (que é muito diferente da realidade brasileira), com as pessoas, que é sempre um desafio em termos de comunicação, por conta da língua, e por tantas outras circunstancias que em conjunto me ajudam a crescer, e amadurecer alguns projetos pessoais para o meu futuro. Mas, não deixa também se ser uma experiência desafiadora em tantos outros aspectos.

Em primeiro lugar porque é difícil conciliar a realidade dos estudos e de pastorais. E para nós brasileiros, que temos uma sensibilidade pastoral um pouco diversa, dizer “não posso” para as pessoas às vezes é uma experiência um pouco dolorosa, sobretudo quando se vê as necessidades a sua frente. Mas, sou consciente que minha primeira missão aqui é estudar, e isto me deixa um pouco mais tranqüilo. Um outro desafio e este um pouco mais difícil (ao menos em termos pessoais) é estar um pouco longe dos confrades brasileiros que estão no colégio internacional, apesar de estarmos na mesma cidade. Isto porque quando se está fora do país, os confrades se tornam muito importantes, porque não são apenas confrades, mas, ponto de referencia de nossa cultura e de nosso estilo brasileiro de viver a vida religiosa. Sem sombra de dúvida posso dizer que hoje olho meus confrades com outros olhos.
E para finalizar, gostaria apenas de dizer aos confrades que serão convidados a se prepararem para cooperar na “missão de ensinar da Igreja”, que não tenham medo do novo o das dificuldades. Posso dizer por experiência própria, que o Senhor é muito fiel às suas promessas, e se releva a cada dia como providente e misericordioso.
Um grande abraço a todos, e que o Coração de Jesus continue a nos iluminar na missão comunitária e pessoal de membros da congregação.
Vivat cor Iesu!
Pe. Everton dos Santos Carvalho scj.

É com alegria que partilho com vocês um pouco da minha vida de estudante, e membro da paróquia “Sacro cuore di Cristo Re”, em Roma. Paróquia está que foi a primeira cúria geral de nossa congregação, e para quem não sabe, de propriedade da mesma, porque comprada pelo proprio padre Dehon.
Com relação aos estudos, graças a Deus, se desenvolvem com serenidade, apesar de serem bastante exigentes. Estudo na Universidade “San Giovanni in Laterano”, cursando mestrado em direito canônico, com duração de três anos, se tudo correr bem. Tais estudos me habilitarão para lecionar direito canônico e também ser um operador ou colaborador nos tribunais eclesiásticos de nossa Santa madre Igreja. Em conversa com padre Mariano em sua última vinda à Roma, em ocasião da reunião dos superiores maiores, expressei minha satisfação de poder estar me especializando em tal área, e pelas previsões, concluo o mestrado em meados de 2012, e me coloco à disposição dos superiores em relação a continuação dos estudos ou o retorno ao Brasil.
Sobre a minha presença na paróquia (que é a primeira experiência deste tipo entre as províncias brasileiras e a italiana), posso dizer que é bastante interessante e ao mesmo tempo desafiadora. Interessante porque me coloca em contato direto com o estilo de vida comunitária dos italianos, com a vida da paróquia (que é muito diferente da realidade brasileira), com as pessoas, que é sempre um desafio em termos de comunicação, por conta da língua, e por tantas outras circunstancias que em conjunto me ajudam a crescer, e amadurecer alguns projetos pessoais para o meu futuro. Mas, não deixa também se ser uma experiência desafiadora em tantos outros aspectos.
Em primeiro lugar porque é difícil conciliar a realidade dos estudos e de pastorais. E para nós brasileiros, que temos uma sensibilidade pastoral um pouco diversa, dizer “não posso” para as pessoas às vezes é uma experiência um pouco dolorosa, sobretudo quando se vê as necessidades a sua frente. Mas, sou consciente que minha primeira missão aqui é estudar, e isto me deixa um pouco mais tranqüilo. Um outro desafio e este um pouco mais difícil (ao menos em termos pessoais) é estar um pouco longe dos confrades brasileiros que estão no colégio internacional, apesar de estarmos na mesma cidade. Isto porque quando se está fora do país, os confrades se tornam muito importantes, porque não são apenas confrades, mas, ponto de referencia de nossa cultura e de nosso estilo brasileiro de viver a vida religiosa. Sem sombra de dúvida posso dizer que hoje olho meus confrades com outros olhos.
E para finalizar, gostaria apenas de dizer aos confrades que serão convidados a se prepararem para cooperar na “missão de ensinar da Igreja”, que não tenham medo do novo o das dificuldades. Posso dizer por experiência própria, que o Senhor é muito fiel às suas promessas, e se releva a cada dia como providente e misericordioso.
Um grande abraço a todos, e que o Coração de Jesus continue a nos iluminar na missão comunitária e pessoal de membros da congregação.
Vivat cor Iesu!
Pe. Everton dos Santos Carvalho scj.
domingo, 30 de janeiro de 2011
Pastoral de Natal em Parma - Pe. Fernando, scj
Padre Fernando César Pereira, scj, da Provínicia Brasileira Meridional (BM), está em Roma fazendo o Curso de Formadores da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. Entre 22 de dezembro de 2010 a 06 de janeiro de 2011, Pe. Fernando realizou uma experiência pastoral na provincia de Parma, Itália. Aqui no nosso "Bocca", ele partilha um pouco destes dias de alegria e de muita neve.

Com alegria, recebi do nosso reitor,Padre Luigi Mostarda,o convite de ajudar o pároco de Coenzo de Sorbolo,província de Parma,para os trabalhos em preparação ao Natal.
Após alguns dias em visita aos confrades de Handrup,na Alemanha,segui de avião para Milão e ,depois,Parma. Vencidos os atrasos por conta das nevascas e a perda de uma mala,cheguei a Parma na noite do dia 21 de dezembro. Os três primeiros dias foram dedicados principalmente à pastoral da Reconciliação e Penitência. Os penitentes ajudaram muito o confessor no aprendizado da língua italiana do dia-a-dia.
Fiquei hospedado na "canônica" que não tem padre residente,já que o pároco mora na vizinha paróquia de Mezzano(ele atende três pequenas paróquias que totalizam 2.500 habitantes).Celebrava e fazia as refeições todos os dias na Casa de Repouso para idosas das Irmas de Maria Consoladora.
Nos domingos e festas celebrava também com a comunidade.As irmãs e os leigos deram um "show" de acolhida e carinho!
Foi um tempo rico em conhecimento dos costumes e da cultura italiana do norte, mais precisamente da Emilia-Romagna. fiquei em Coenzo atè a Epifania do Senhor,06 de janeiro. Após o "teatro de Natal" das crianças,retornei à Roma.
Espero poder repetir a dose na Semana Santa,em Parma ou em outro lugar. Grande abraço a você, leitor do Bocca di Roma. Feliz 2011!!! Padre Fernando César Pereira, scj
sábado, 22 de janeiro de 2011
O doutorado do Padre Mário Marcelo
Roma continua gelada, com muita chuva e muito frio. Mas, dentro dos muros do Collegio Internazionale Leone Dehon, nem tudo é inverno. Existe um quarto sempre aquecido e com muitos livros abertos. É o quarto 340, do Pe. Mário Marcelo, que está aqui para fazer seu doutorado. Vamos saber um pouco sobre esse mineiro de Itumirim...

"Está sendo uma experiência extraordinária morar e estudar em Roma. Num primeiro momento foi difícil deixar o Brasil, os trabalhos, família e amigos para adaptar-me em terras “estranhas”. Chegando em Roma fui muito bem acolhido pelo superior da casa, pelos confrades e em particular pelos brasileiros que aqui estavam. Tudo isso me ajudou muito na adaptação. Comecei a aprender italiano e ao mesmo tempo preparar-me para o doutorado. Estou descrevendo uma dissertação na área da bioética: “Manipulação genética e impacto na dignidade humana”, um tema interessante, atual e desafiador. A vantagem de estudar aqui é que tenho tempo quase integral para me dedicar ao doutorado. Temos nossos momentos de oração, missas, adoração ao Santíssimo etc. Não temos muitos trabalhos pastorais, exceto períodos fortes como Natal e Páscoa, mas ajudo como capelão de uma comunidade de religiosas.
Roma é uma cidade maravilhosa, nossa história cristã está muito aqui, vivo momentos fortes da nossa fé nesta cidade, as visitas aos locais do contexto cristão, às igrejas históricas, museus e claro, pizzarias e sorveterias excelentes. Um momento forte foi a oportunidade de um encontro com o Papa Bento XVI, onde tive a oportunidade de cumprimentá-lo e evidente pedir-lhe uma bênção.
A experiência do doutorado é excelente, estudar em um instituto de Teologia Moral, com professores autores das obras que eu sempre usei, conhecer o pensamento, as pesquisas na área e, sobretudo, a oportunidade que estou tendo de aprender, refletir e debater o pensamento moral atual da Igreja, é uma oportunidade enriquecedora e que me da melhores condições de continuar como professor de teologia moral no Brasil.
Saudades do Brasil???!!!!!!! Sim, bastante mas, ... ‘preciso terminar para depois continuar’ meu trabalho."

Padre Mário Marcelo Coelho, sacerdote dehoniano, natural de Itumirim MG, formado em Zootecnia e pela Universidade Federal de Lavras, MG, também mestre em Zootecnia pela mesma Universidade. Entrou no seminário em 1991 percorreu todo o processo de formação da vida religiosa ordenando sacerdote no dia 09 de dezembro de 2000 em sua cidade natal. Após ser ordenado foi designado pelo seu superior a fazer o mestrado em teologia moral no Centro Universitário Assunção, SP. Ao terminar o curso com a defesa da tese “Uma avaliação ético-teológica do xenotransplante” foi designado a residir na comunidade religiosa do “Conventinho” em Taubaté, SP, exercer o ministério como formador dos religiosos dehonianos que cursam a teologia e assumir a função de professor de teologia moral na Faculdade dehoniana, foi vice-diretor geral da Faculdade Dehoniana, Taubaté, SP, período 02/2005 - 02/2009 (assumiu por 2 anos como diretor interino). Atualmente está em Roma fazendo o doutorado em Teologia Moral na Academia Alfonsiana.
"Está sendo uma experiência extraordinária morar e estudar em Roma. Num primeiro momento foi difícil deixar o Brasil, os trabalhos, família e amigos para adaptar-me em terras “estranhas”. Chegando em Roma fui muito bem acolhido pelo superior da casa, pelos confrades e em particular pelos brasileiros que aqui estavam. Tudo isso me ajudou muito na adaptação. Comecei a aprender italiano e ao mesmo tempo preparar-me para o doutorado. Estou descrevendo uma dissertação na área da bioética: “Manipulação genética e impacto na dignidade humana”, um tema interessante, atual e desafiador. A vantagem de estudar aqui é que tenho tempo quase integral para me dedicar ao doutorado. Temos nossos momentos de oração, missas, adoração ao Santíssimo etc. Não temos muitos trabalhos pastorais, exceto períodos fortes como Natal e Páscoa, mas ajudo como capelão de uma comunidade de religiosas.
Roma é uma cidade maravilhosa, nossa história cristã está muito aqui, vivo momentos fortes da nossa fé nesta cidade, as visitas aos locais do contexto cristão, às igrejas históricas, museus e claro, pizzarias e sorveterias excelentes. Um momento forte foi a oportunidade de um encontro com o Papa Bento XVI, onde tive a oportunidade de cumprimentá-lo e evidente pedir-lhe uma bênção.
A experiência do doutorado é excelente, estudar em um instituto de Teologia Moral, com professores autores das obras que eu sempre usei, conhecer o pensamento, as pesquisas na área e, sobretudo, a oportunidade que estou tendo de aprender, refletir e debater o pensamento moral atual da Igreja, é uma oportunidade enriquecedora e que me da melhores condições de continuar como professor de teologia moral no Brasil.
Saudades do Brasil???!!!!!!! Sim, bastante mas, ... ‘preciso terminar para depois continuar’ meu trabalho."
Padre Mário Marcelo Coelho, sacerdote dehoniano, natural de Itumirim MG, formado em Zootecnia e pela Universidade Federal de Lavras, MG, também mestre em Zootecnia pela mesma Universidade. Entrou no seminário em 1991 percorreu todo o processo de formação da vida religiosa ordenando sacerdote no dia 09 de dezembro de 2000 em sua cidade natal. Após ser ordenado foi designado pelo seu superior a fazer o mestrado em teologia moral no Centro Universitário Assunção, SP. Ao terminar o curso com a defesa da tese “Uma avaliação ético-teológica do xenotransplante” foi designado a residir na comunidade religiosa do “Conventinho” em Taubaté, SP, exercer o ministério como formador dos religiosos dehonianos que cursam a teologia e assumir a função de professor de teologia moral na Faculdade dehoniana, foi vice-diretor geral da Faculdade Dehoniana, Taubaté, SP, período 02/2005 - 02/2009 (assumiu por 2 anos como diretor interino). Atualmente está em Roma fazendo o doutorado em Teologia Moral na Academia Alfonsiana.
domingo, 16 de janeiro de 2011
Presença agradável do Pe. Chico Sehnem,scj
Pe. Chico Sehnem, chegou em Roma junto com o último mês de 2010. Veio para uma missão: falar sobre a História da nossa Congregação, no curso de Formadores. Agora, com o ano de 2011 já em plena atividade e com a missão cumprida, ele volta para o Brasil. Agradecemos ao Pe. Chico pelo imenso trabalho que desenvolveu e pela companhia, sempre agradável e cheia de histórias. Fiquemos aqui com algumas impressões desta viagem.
EM ROMA MAIS UMA VEZ
Quando de regresso ao Brasil, nos inícios de 2004, eu me imaginava que poderia aposentar o meu passaporte. E, de fato, não tinha mais tantos projetos de viagens. Durante um bom tempo estivera fora de casa, em média, sete meses por ano e, depois, as viagens ainda eram bem frequentes.
Quando o P. Nivaldo Alves de Souza começou a preparar o Curso para os Formadores a realizar-se em Roma, pediu-me sugestões. Acabei enviando algumas sugestões de temas e material, como também de pessoas que poderiam auxiliar. Dos meus tempos de Roma, quando responsável pela Formação Permanente, me recordava de um bom número de Religiosos, e professores que nos haviam ajudado. Passados alguns meses, ele volta a me escrever. Estava terminando o ano de 2009. O P. Egídio Driedonkx havia assumido o compromisso de falar aos Formadores sobre a História da Congregação. Apenas havia escrito algumas páginas e comunicou ao P. Nivaldo que sentia que as suas forças estavam diminuindo e temia não poder realizar satisfatoriamente esta sua missão.
A seguir, os padres Nivaldo e Egídio escreveram-me várias vezes e acabei aceitando o desafio de vir a Roma e tentar transmitir aos Formadores algo sobre a Nossa História. Confesso que no início me senti um pouco receoso. Mas, na medida que preparava o material não só fui perdendo o medo, mas me entusiasmando e esperando o momento de chegar a Roma.
E, um dia resolvi conhecer a turma. Meu computador mostrou-me os vários Padres Formadores vindos de tantos países: Chile, Camarões, Filipinas, Angola (Camarões), Congo, Brasil, Indonésia Polônia, Índia, Portugal e Venezuela. Então aconteceram duas coisas. Perdi o medo em relação ao meu italiano e pensei que realmente valia a pena ir a Roma. Se os Padres Formadores vieram de tantos países e de longe para poderem depois fazer ainda melhor o seu trabalho na formação dos nossos futuros religiosos e sacerdotes, vale a pena ir até lá, para dar também minha pequena contribuição.
Como o Padre Dehon falava dos seus missionários, penso que posso dizer o mesmo dos Formadores: “A sua vida é uma vida de reparação e de imolação, como pede a nossa vocação”. Serão inscritos no livro dos mártires.
E, com o Padre Dehon, peço que sejam generosos até o fim.
Pe. Francisco Sehnem, scj
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
P. Nivaldo está se despedindo de Roma...
REGRESSANDO AO BRASIL
Em janeiro próximo vindouro estaria fazendo 04 anos do meu terceiro período romano de colaboração com o Governo geral.
Propus-me vir a Roma para ajudar no CSD (Centro de Estudos Dehonianos) e também fazer uma reciclagem geral. Foram anos intensos de colaboração com o Governo Geral. Além da dedicação “full time” ao trabalho de digitalização de manuscritos inéditos de Padre Dehon, assumi também a organização da formação dehoniana para os padres jovens que, estando em Roma, se preparavam para a missão formativa em seus países de origem. Isso aconteceu nos anos 2007-2008.
Em 2009 elaborei o projeto do segundo Curso Internacional para Formadores com a duração de 01 ano, tendo por objetivo geral: atualizar os formadores, qualificando-os na sua missão de acompanhamento e discernimento vocacional. Foi um trabalho muito melindroso: organizar os temas, procurar os docentes dehonianos e não dehonianos, organizar a programação com seu horário, prever eventos complementares, organizar o projeto de uma peregrinação, com retiro, a lugares caros significativos à Congregação: França: Paray-Le-Monial, Saint Quentin, La Capelle; Bélgica: Bruxelas e Luxemburgo: Clairefontaine.
Fui conselheiro da Direção da comunidade de Roma II. Tempo de dedicação à vida dos confrades.
Foi um tempo muito rico: conhecimento e convivência com novas pessoas, ajuda pastoral em algumas paróquias, acolhimento de brasileiros em suas passagens por Roma. Volto ao Brasil, particularmente para trabalhar na Paróquia São Cristovão, Itajaí, Santa Catarina. Filosofia na Faculdade São Luiz? È algo a ser pensado no futuro... De uma coisa estou certo: jamais me esquecerei deste tempo de Roma.
Ao Governo geral muito obrigado pelo convite e confiança para este meu trabalho. Aos confrades brasileiros que ficam... sucesso em seus empreendimentos. Aos confrades não brasileiros, até qualquer momento em algum lugar! Aos leitores deste Blog, “Bocca de Roma”, o meu abraço.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O povo quer saber

No último dia 1º de dezembro o nosso confrade Pe. Anísio José Schwirkowski deixou a secretaria geral dos dehonianos (da Congregação dos Sacerdotes do Coração de Jesus). Queremos saber o porque dessa saída e um pouco sobre o futuro dele.
Confira a entrevista:
Bocca di Roma: Podemos saber qual foi o motivo principal da sua saída da secretaria geral?
Pe. Anísio: Fui ordenado sacerdote em janeiro de 2005, dois meses depois já estava em Roma para o serviço na Curia, sendo o vice-secretario geral, e para estudar, ao mesmo tempo. Em outubro de 2006, o Superior geral me convidou para ser o secretário geral. Os quase 6 anos de trabalho na Cúria geral foram um bom começo para um jovem sacerdote. O proprio Pe. Ornelas é do parecer que um religioso não deva ficar muito tempo como colaborador geral. Juntando esses dois principais motivos, mais o desejo de tornar brevemente ao Brasil para um serviço pastoral, pedi para ser subsitituido na secretaria.
Bocca di Roma: Saiu para estudar?
Pe. Anísio: Não necessariamente. Gostaria na verdade de voltar ao Brasil. Porém, já no ano passado, durante a Assembleia da BM, o Superior provincial, Pe. Léo, me pediu para voltar com um “diploma”. Pensei em continuar o mestrado que havia iniciado na Universidade Gregoriana, em Teologia Espiritual. Ele mesmo me sugeriu outro curso. Na verdade adivinhou aquilo que estava no meu coração e que nem eu mesmo tinha expressado. O Pe. Léo pediu-me para estudar Pastoral da Juventude, na Pontificia Universidade Salesiana (curso que seria até 2012).
Bocca di Roma: Destaque um momento importante do seu serviço na Cúria Geral.
Pe. Anísio: Lembro-me com gratidão a experiência de organizar o XXII Capitulo geral. Realmente para quem nem havia participado de um Capitulo provincial...Não foi fácil, foi um grande desafio. Aprendei muito a delegar funções a pessoas competentes. Este foi o segredo do êxito deste último grande encontro em nossa Congregação: a soma da organização de muitos confrades de qualidade. Na verdade, eu fui o “gerente” desses talentos.
Bocca di Roma: Qual a sua visão atual da Congregação?
Pe. Anísio: É muito abrangente. Não é completa, mas é privilegiada. Tive acesso a documentos, decisões e práticas que saiam diretamente da fonte. Justamente por causa do serviço que tinha, agora conheço muitas realidades pelo mundo: Itália, Alemanha, Espanha, Polônia, Portugal, Estados Unidos, Suíça, Indonésia e Austrália. Sou grato pela oportunidade que a Congregação me ofereceu. O que sou devo a ela e sei que não posso simplesmente mudar de endereço sem continuar contribuindo. Aliás, já me convidaram para fazer parte da Comissão preparatória da próxima Conferência Geral, que será na Alemanha em 2012. Então, continuo colaborando, porém de forma diferente. E também sei que, voltando para minha província de origem, terei que colaborar com aquilo que recebi aqui em Roma. Voltando à sua questão, minha visão é ampla, positiva e de esperança. Temos muitos desafios, mas, ao mesmo tempo, muitas possibilidades. A abertura de novas missões (Ciad e Paraguai) é prova disso.
Bocca di Roma: Então, valeu a pena essa experiência internacional?
Pe. Anísio: Não só valeu a pena como faz parte das três grandes prioridades do atual Governo geral (Espiritualidade, Formação e Internacionalidade). Muitos ainda continuam com certo medo de vir a Roma. Algumas tentativas não foram positivas. Isso é normal, mas não revalida a rica experiência de uma grande maioria que gostou e que hoje enriquece sua província.
Bocca di Roma: Conte-nos sobre algum evento importante vivido em Roma.
Pe. Anísio: Consegui participar de muitos eventos nesta cidade conhecida como “eterna”: Seminários, Congressos, Cursos etc. Sem contar as audiências gerais e grandes celebrações no Vaticano. Destaco dois momentos marcantes pra mim. O primeiro foi chegar na semana da morte de João Paulo II. Eu estava na praça São Pedro. Fiquei naquela enorme fila para vê-lo pela ultima vez. E, na semana seguinte, também, por deuscidência, que seria longo contar aqui, vi a fumaça branca sair da chaminé da Capela Sistina e esperei a primeira bênção do neo-eleito Papa Joseph Ratzinger. O segundo momento marcante foi a audiência particular com o Santo Padre, Bento XVI. Era 3 de setembro de 2009. Fui a convite de D. Eduardo Pinheiro, bispo auxiliar de Campo Grande e referencial do Setor Juventude, da CNBB. O encontro foi em Castel Gandolfo. Falei com o Santo Padre que sou dehoniano e ele recordou-se da nossa casa geral, dizendo que temos um bonito jardim e uma ótima biblioteca (risos). Também falei da minha origem e cidade São Bento do Sul. Bento XVI perguntou onde se situava etc. E, sem dúvida, conversamos sobre a possibilidade de uma Jornada Mundial da Juventude no Brasil, depois da Espanha.
Bocca di Roma: A propósito, teremos uma JMJ no Brasil, depois de Madri?
Pe. Anísio: O Brasil é um dos países que se candidatou para sediar uma Jornada Mundial da Juventude. A candidatura é pública. Ela foi feita no encontro do Papa com os jovens – em São Paulo, no Pacaembu, em maio de 2007. Isto não é segredo. Duas cidades se colocaram à disposição: Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Estamos aguardando a decisão da Santa Sé. A resposta definitiva teremos somente no final da JMJ de Madri, isto é, final de agosto de 2011. E’ o Santo Padre quem faz a comunicação oficial. Uma JMJ no Brasil seria uma oportunidade ímpar para os jovens brasileiros e também para outros jovens do mundo, que conheceriam a vivacidade da nossa Igreja.
Bocca di Roma: Cuidar da candidatura do Brasil para a JMJ é um dos seus trabalhos pastorais em Roma. Que outros serviços conseguiu realizar em Roma, nesses quase 6 anos, além de ser o secretario geral?
Pe. Anísio: Continuo ajudando o Setor Juventude, da CNBB, no contato com o Pontifício Conselho para os Leigos, no Vaticano – sessão Juventude. Quando posso, colaboro nas grandes transmissões da Rádio Vaticano. Tenho contato com as comunidades de brasileiros que estão em Roma, com a mídia brasileira que está aqui e com as embaixadas. Mas, na verdade, a pastoral que faço mesmo é em Priverno. Uma pequena cidade a 50 minutos daqui. Quando me chamam, vou lá para ministrar o sacramento da reconciliação e presidir a Eucaristia.
Bocca di Roma: Alguma consideração ao final desta nossa entrevista?
Pe. Anísio: Gratidão! Esta é a minha palavra e sentimento. Sou grato a Deus e a tantos confrades que conheci neste período. Graças a Deus, fiz muitos amigos. A saudade do Brasil sempre foi compensada pela amizade sincera dos brasileiros que moram aqui e também dos “novos” amigos italianos. Sou consciente de que, agora estudando, a minha missão continua. Obrigado pela oportunidade desta entrevista.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
O Cardeal e a Comitiva Dehoniana
No último sábado, dia 20 de novembro, Dom Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida, recebeu o barrete cardinalício durante o consistório no Vaticano. Depois, todos os 24 novos Cardeais foram para a Sala Paulo VI, onde receberam os cumprimentos, primeiro do Papa Bento XVI, e depois de uma grande multidão vinda de várias partes do mundo. É claro que os dehonianos brasileiros estavam lá para cumprimentar o mais novo Cardeal do Brasil. Quando Dom Damasceno viu os quatro dehonianos (Anísio, Mário, Buss e Djalma) chegando juntos, não teve dúvida, abriu um sorrisso e recebeu nossa comitiva com muita simpatia.
Pe. Mário Marcelo aproveitou a espera na fila de entrada para fazer amizade com o Prefeito de Aparecida. De repente o Cláudio Buss já estava com um broche de Nossa Senhora Aparecida, na lapela... Ah... esses dehonianos não perdem tempo.
No domingo, os Cardeais receberam das mãos do Santo Padre o anel, sinal de unidade, e à noite, Dom Raimundo foi recebido numa bela cerimônia na Embaixada Brasileira junto à Santa Sé.
Que Dom Damasceno seja sempre abençoado e continue fazendo um belo trabalho para a Igreja no Brasil.
Pe. Mário Marcelo aproveitou a espera na fila de entrada para fazer amizade com o Prefeito de Aparecida. De repente o Cláudio Buss já estava com um broche de Nossa Senhora Aparecida, na lapela... Ah... esses dehonianos não perdem tempo.
No domingo, os Cardeais receberam das mãos do Santo Padre o anel, sinal de unidade, e à noite, Dom Raimundo foi recebido numa bela cerimônia na Embaixada Brasileira junto à Santa Sé.
Que Dom Damasceno seja sempre abençoado e continue fazendo um belo trabalho para a Igreja no Brasil.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Obrigado, Roma! Obrigado, Senhor!

Foram quase quatro anos de uma experiencia riquissima.
Agora, Brasil! O bonito da vida e deixar sempre um rastro de saudades por onde passamos. Mais bonito ainda é levar no coraçao as muitas pessoas que encontramos. E eu as levo todas! Mas chegou a hora de virar esta pagina romana. E posso falar com toda a certeza. Valeu a pena!
A vida nao para e a fila anda, hehehehehehe.
pe. Gil
sábado, 2 de outubro de 2010
D. Wilson na Casa Geral
D. Wilson, em visita ad limina, esta passando uns dias conosco aqui na Casa Geral. Vejam so: Varginha foi a primeira cidade em que trabalhou; fez a minha primeira- eucaristia e, 27 anos depois me ordenou padre; ordenou o Djalma; foi meu formador e tambem do Anisio, Jorge, Buss, Fernando, Mario. E é dehoniano!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Olha o povo da Estiva ai, gente!!!!!!!!
Eles ficaram muito emocionados quando viram, na nossa capela, a imagem da Nossa Senhora, diante da qual pe. Dehon fez os seus primeiros votos. Capitaneados pelo pe. Emerson, tomaram um bom café italiano e agora estao por ai, em algum ponto da Roma Eterna, hehehehehehe
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Sinal de vida 5 - Pe. Djalma
Roma é pra mim um grande presente Deus. Primeiro porque estamos no centro da nossa Igreja, e acompanhar de perto o cotidiano da Igreja, a movimentação dos padres, a preocupação dos Bispos, a alegria dos religiosos que sempre encontramos pelas ruas, as aparições públicas do Santo Padre, é sempre motivo de alegria e de conhecimento para mim. Sem contar que Roma era a cidade preferida de Padre Dehon, e estar aqui é conhecê-lo mais de perto, entender a nossa missão de cristãos dehonianos.Mas também me faz muito feliz morar na nossa Casa Geral. A experiência internacional é uma escola para toda a vida, já tinha me alertado o Pe. Ronilton. E é verdade. Conhecendo os dehonianos dos vários países, podemos ter uma idéia de como a obra Dehoniana está sólida e como faz bem a tantas pessoas. Sou muito grato por estas duas experiências.
A expectativa para o Curso de Formadores é muito grande. Já chegaram todos os 19 participantes do curso, e já começamos os trabalhos de organização e integração do grupo. É um momento único em nossas vidas. Uma turma diferente e de todas as que tive, e já estamos prontos para começar.
A comunidade dos brasileiros aqui na Casa Geral é também uma parte importante. Um apoio necessário neste momento de exílio. Partilhar a vida, as saudades, os sonhos, viver bem esse momento de estudo para voltar preparados para os trabalhos da nossa província.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Sinal de vida 4 - Pe. Mario
Estudar em Roma ... cheguei em Roma no dia 28 de maio de 2010 com o objetivo de fazer o doutorado em Teologia Moral na Academia Alfonsiana. Num primeiro momento me matriculei em uma escola para estudar italiano e ao mesmo tempo assumi o desafio de ambientar-me a esta nova realidade de morar e estudar em outro país com sua cultura própria. O deixar família, país de origem, aulas na Faculdade, trabalhos pastorais, amigos(as), etc., inicialmente não foi muito fácil e ainda hoje sinto falta, mas os objetivos a serem alcançados, o que posso conquistar e ganhar para minha vida e missão me impulsionam a continuar, a olhar para frente e perceber que posso conquistar muito e ainda contribuir mais com a Congregação, com a Igreja e com a sociedade. Viver na “cidade eterna” é uma riqueza a ser explorada cada dia um desafio a ser assumido.
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